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Edição e Direção Andrhey Ferreira

Imagens: BBC – Planet Earth Greenpeace

Hoje, ver lixeiras para separar lixo seco (reciclável) é normal e cada vez mais comum nas ruas. Vários estabelecimentos comerciais já possuem o Papa Pilhas. Lemos diversas matérias sobre as movimentações dos países em relação a menos poluição das indústrias, projetos de casas e carros sustentáveis. E então surge a pergunta: a sustentabilidade é um assunto que se restringe a políticas públicas ou precisamos aplicar dentro de nossas casas?

A resposta é sim, precisamos começar a preservar o nosso planeta dentro das casas. Mas como podemos fazer isso? Pensando nessa pergunta o 5R’s traz para você 14 dicas importantes do Manual de Etiqueta Sustentável, do site Planeta Sustentável, para você aplicar na sua casa e ainda economizar dinheiro com isso.

  1. Não há nada de errado em tomar água “torneiral”! Saiba que ela é bem tratada antes de chegar a sua casa. Melhor que ter incômodos garrafões é instalar um purificador na torneira. O consumo de água engarrafada envolve o transporte em veículos a diesel.
  2. Parece incrível, mas limpar periodicamente todas as lâmpadas da casa pode ajudar a economizar energia.

    Etiqueta que indica os eletrodomésticos que consomem menos energia.

  3. Na hora de comprar eletrodomésticos é possível escolher os mais eficientes no consumo de energia. Eles são reconhecidos pelo selo do Procel (nas marcas nacionais) ou Energy Star (nos importados). Detalhe: eles não são mais caros.
  4. O screen saver cheio de efeitos especiais do computador não é a melhor maneira de economizar energia. O monitor ligado, mesmo com aquele descanso de tela bacana, é responsável por até 80% do consumo do computador. Mais eficiente é configurar a máquina para o modo de economia de energia. Assim, ele vai desligar automaticamente toda vez que você se ausentar.
  5. Optar por um notebook, se tiver a chance, ajuda a consumir muito menos energia que um computador de mesa.
  6. Mudar a geladeira e o freezer de lugar pode fazê-los gastar menos eletricidade. Ao colocá-los próximos do fogão e de áreas onde bate sol, eles utilizam muito mais energia para compensar o ganho de temperatura.
  7.  

7. Escovar os dentes ou fazer a barba com a torneira aberta, ensaboar a louça com água limpa escorrendo na pia é puro desperdício.

8. Chá de saquinho pode ser substituído pelo chá coado na peneira. Menos lixo vai para o lixo se os restos da erva, e até o pó de café usado, forem despejados na terra das suas plantinhas como fertilizante caseiro.

9. Não é nada complicado levar o campo para dentro de casa em plena cidade grande: basta manter uma pequena horta em vasos ou mesmo num cantinho do quintal. Além da higiene mental, você colherá ervas, condimentos e hortaliças frescas diretamente da terra.

10. Preferir madeira de reflorestamento ou certificada para qualquer uso em carpintaria de sua casa é ambientalmente correto e também mais saudável do que os aglomerados, que contêm substâncias químicas como o formaldeído, cancerígeno.

11. Um dos grandes problemas da poluição dos mananciais vem de um hábito difícil de mudar: jogar o óleo de fritura usado no encanamento. Um litro de óleo pode contaminar até um milhão de litros de água. Melhor é separar o óleo em garrafas PET para doá-lo a ONGs que fazem biodiesel e sabão com ele.

12. Se o produto que você comprou tem esse símbolo na embalagem, ela é reciclável. Cabe a você encontrar uma forma de encaminhá-la para a reciclagem.

13. Tênis e sapatos velhos com solado de borracha também podem (e devem) ser reciclados. Eles são excelentes matérias-primas na construção de quadras esportivas, por exemplo.

14. Evitar a troca do celular por puro impulso é saudável. Se não resistir à tentação ou se realmente for necessário substituir o modelo antigo, pelo menos insista para que o revendedor fique com o modelo antigo para ser reciclado. Mas – claro! – certifique-se de que o destino dos celulares recolhidos não será o aerro.

 Agora é só colocar em prática!  

O planeta e seu bolso agradecem essas atitudes. Pratique!  

Serviço – Pontos de coleta de óleo de cozinha:  

Associação Meio Ambiente, Preservar e Educar (Amape)  

Estrada do Arraial, s/n (em frente ao 4484), Casa Amarela, Recife-PE  

Fone: 3268-7984   – Não pega na residência.  

Bumerangue Reciclagem  Rua Itaituba, s/n, entre os lotes 7 e 8, Jardim Prazeres, Jaboatão dos Guararapes-PE  

Fones: 3479-2677 / 3071-2476 / 8866-7120  

Pega na residência a partir de um litro de óleo (em qualquer ponto da Região Metropolitana do Recife).

Nós do CincoErres queremos saber o quanto você se preocupa com a sustentabilidade ambiental.

Responder essa pergunta é muito simples!
Tá vendo o quadro aqui em baixo? Pronto!
Basta você escolher a opção que mais se aproxima da sua resposta e votar.

A quem votou, nosso muito obrigado!
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História das Coisas

Fonte: Tides Foundation

Projetar, desenvolver e comercializar carros “verdes” não tem sido fácil, razão pela qual os veículos à gasolina ainda dominam as estradas, com os combustíveis fósseis respondendo por quase 75% do consumo de energia mundial. Mas, enquanto os preços da gasolina sobem juntamente com a emissão de seus poluentes, os carros que anda com fontes alternativas de combustível tornam-se cada vez mais importantes. O veículo a gás natural (GNV) é um ótimo exemplo deste tipo de carro: eficiente no consumo de combustível, não agride o meio ambiente e tem preço de aquisição relativamente baixo.

O GN é considerado um dos combustíveis mais limpos do mercado o que resulta numa forte diminuição das emissões de gases nocivos para a atmosfera. Ele reduz as emissões prejudiciais ao meio ambiente conseguindo uma redução de 33% na emissão dos diversos óxidos de nitrogênio e liberam 50% menos hidrocarbonetos reativos quando comparados aos veículos movidos a gasolina.

Veículos a gás natural também oferecem os seguintes benefícios: 

  • Os GNVs são mais seguros; os tanques de armazenagem em um GNV têm paredes mais espessas e são mais resistentes do que os tanques para gasolina ou diesel;
  • Os custos do gás natural são mais baixos que os de gasolina; em média, os custos de abastecimento com o gás natural são 1/3 menores do que os de gasolina;
  • O gás natural é conveniente e abundante; nos Estados Unidos existe uma infra-estrutura bem estabelecida de tubulações para entrega do gás natural em quase toda área urbana e na maioria das áreas suburbanas; existem mais de 1.300 estações de reabastecimento de gás natural nos Estados Unidos e a cada dia surgem mais;
  • Os GNVs têm custos de manutenção mais baixos; como a queima do gás natural é limpa, o resultado é um menor desgaste no motor, o que estende os intervalos de tempo entre trocas sucessivas de óleo e ajustes do motor.

Desvantagens

  • Uma das maiores queixas sobre os GNVs é que eles têm um espaço para passsageiros menor do que os veículos a gasolina. A razão disso é o precioso espaço cedido na área de carga e no porta-mala para acomodar os cilindros de combustível. Além disso, esses cilindros podem ter elevado custo de projeto e construção, contribuindo para que os custos globais dos veículos a gás natural sejam mais altos do que os dos veículos a gasolina.
  • Outra desvantagem é a autonomia limitada dos GNVs. Um automóvel movido a gás natural que fique sem combustível na estrada deve ser rebocado até a casa do proprietário ou até um local onde possa ser reabastecido de gás natural e isso pode ser mais difícil de achar do que um posto de gasolina “normal”.
  • Finalmente,   deve-se destacar que o gás natural, assim como a gasolina, é um combustível fóssil que não pode ser considerado como um recurso renovável. Mesmo que as reservas de gás dos Estados Unidos sejam ainda consideráveis, elas não são inesgotáveis. Alguns dizem que existem reservas de gás natural suficientes para durar mais cerca de 65 anos, presumindo-se a continuidade do consumo verificado em 2003.

Portanto, cuidar do meio ambiente com um custo baixo por isso, pode ser uma prática adotada por todos. Já que, usar menos o carro é uma cultura que, talvez leve anos para ser posta em prática, cada um pode fazer o mínimo individualmente para o beneficio de uma grande maioria.

E você, indivíduo, o que tem feito para o todo?

Por: Fernanda Lima

Clique na imagem e confira o segundo episódio do podcast do site cinco erres, que traz para você, a cada quinzena, dicas de reutilização de materiais. Nesta edição, aprenda a reutilizar o papel sem sair de casa!

E aí, o que você achou do segundo episódio do nosso Podcast?
Sua opinião é muito importante para nós.
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Fonte: Agência Brasil

Brasília – O Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) divulgou ontem (20) que houve queda de 50% no desmatamento na Amazônia, em relação ao ano passado, quando as taxas de 12,9 mil quilômetros quadrados caíram para 7,4 mil.

Segundo o órgão, sete municípios que entraram no monitoramento no mesmo período registraram redução significativa de aproximadamente 70%. Em contrapartida, durante as fiscalizações foi identificado aumento de retirada de árvores em pequenas regiões, ou seja, fora das florestas.

De acordo com o ministro da Ciência e Tecnologia, Sergio Rezende, “os números são algo não imaginado há dois anos. Isso demonstra que o trabalho de monitoramento é importante não só para o Brasil, mas para o mundo”. Segundo o ministro, o problema dos pequenos desmatamentos deve ser fiscalizado e trabalhados em parceria entre os governos estaduais e federais.

A ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, comemorou os resultados obtidos, mas disse que é preciso olhar para a frente e buscar políticas mais eficazes para a região. Segundo a ministra, “é preciso pensar na Amazônia, não só em lugar de preservação ou de combate ao desmatamento. É preciso enxergá-la num quadro de desenvolvimento econômico-social”.

Apesar dos avanços, a ministra reclamou que ainda existem situações que não deveriam mais acontecer quando se trata do desmatamento no país. Ela exemplificou com os casos de retirada de árvores em reservas ambientais e de assentamentos agrários.

Todos os números foram apresentados durante o 7º Seminário Técnico Científico de Análise dos Dados do Desmatamento da Amazônia que começou hoje (20) em Brasília e segue até amanhã (21), com debates relacionados não só à preservação do bioma da Amazônia, mas também de outros biomas como o do Cerrado e o da Caatinga.

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